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    Coréia

    Distúrbio do movimento caracterizado por movimentos involuntários rápidos, irregulares e não repetitivos que afetam diferentes partes do corpo.

    O que é Coréia?

    A Coréia é um distúrbio do movimento caracterizado por movimentos involuntários rápidos, irregulares e imprevisíveis que fluem de uma parte do corpo para outra.

    Pode ser causada por diversas condições, incluindo Doença de Huntington, coréia reumática, efeitos medicamentosos ou distúrbios metabólicos.

    Sintomas Principais

    Sintomas Motores

    • Movimentos irregulares
    • Movimentos não repetitivos
    • Movimentos em fluxo
    • Instabilidade postural
    • Marcha irregular
    • Dificuldade motora fina

    Sintomas Associados

    • Alterações cognitivas
    • Mudanças comportamentais
    • Dificuldades de fala
    • Problemas de deglutição
    • Impacto funcional
    • Fadiga

    Abordagem Terapêutica

    1. 01

      Investigação Etiológica

      Avaliação clínica completa, exames de neuroimagem e testes genéticos para identificar a causa específica da coréia.

    2. 02

      Tratamento Medicamentoso

      Medicações anticoreicas como tetrabenazina e antipsicóticos atípicos, ajustadas conforme a tolerabilidade e resposta.

    3. 03

      Abordagem Multidisciplinar

      Fisioterapia, terapia ocupacional e suporte psicológico para manejo dos sintomas e melhora da qualidade de vida.

    Causas de coreia

    A coreia pode ser hereditária, como na doença de Huntington, ou ter outras causas, como efeito de remédios, alterações hormonais e autoimunes. Ela faz parte dos distúrbios do movimento, como a distonia e as discinesias.

    A investigação começa na consulta com o neurologista, com exame neurológico e exames direcionados.

    Perguntas frequentes

    Coreia é sempre doença de Huntington?
    Não. A doença de Huntington é uma das causas, mas há outras, como remédios, alterações da tireoide, doenças autoimunes e infecções. A causa muda o tratamento.
    Coreia tem tratamento?
    Sim. Tratar a causa, quando possível, e usar remédios que reduzem os movimentos quando eles atrapalham. O acompanhamento é feito pelo neurologista.
    Quando investigar movimentos involuntários?
    Sempre que surgirem movimentos que a pessoa não controla, principalmente se forem novos, piorarem ou vierem com mudança de comportamento ou de memória.